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foto: Internet
Banana para o Racismo
Manifestações de apoio ao lateral Daniel Alves tomam as redes sociais e expõem uma situação que, infelizmente, vem se tornando cada vez mais frequente no futebol

Movimento contra racismo ganha força um dia após brasileiro Daniel Alves, do Barcelona, ser alvo da torcida do Villarreal, que atirou uma banana durante o jogo. Iniciado por Neymar, em parceria com a agência de publicidade Loducca – com a frase #somostodosmacacos –, atletas e famosos postam fotos mostrando uma ‘banana para o preconceito racial’.

A imagem do lateral da Seleção Brasileira, Daniel Alves, comendo a banana atirada por um “torcedor” racista – racista, aí sim, sem aspas – correu o mundo, causando indignação geral.

Já tivemos outras ondas de revolta em relação ao mesmo tema, afinal, esta não é a primeira vez – e infelizmente, na minha opinião, não será a última, – que um sociopata entra num estádio de futebol para demonstrar pra quem estiver por perto toda sua ignorância, seja ela racial, religiosa (pois já tivemos muitas manifestações antissemitas, inclusive do tal Anelka, que quase veio jogar no Galo), ou mesmo sendo violento com quem passa ao seu lado vestindo a camiseta de outro time.

Dani Alves confessou que a ideia de comer a banana foi dada por Neymar, que há poucas semanas ouviu torcedores do próprio Barça imitando macaco para ele, após uma derrota do time catalão. Ou seja, Neymar e Dani também estavam preparados para que isso acontecesse de novo – uma campanha criada pela agência Loducca também estava “engatilhada”, esperando uma oportunidade, que surgiu. Eles reagiram com humor, sarcasmo e ironia. Talvez, o “macaco” que jogou a banana, nem tenha entendido a resposta.

O presidente da Fifa, Joseph Blatter, já disse que não vai tolerar racismo na Copa. Mas o que a entidade já fez, de fato, para que isso não se repita? A faixa meia boca com a inscrição “Say no to racism” (“Diga não ao racismo”) não vale, Blatter.

O Villareal, adversário do Barça que jogava em casa, diz ter identificado o torcedor, e que ele está banido pra sempre de seu estádio. Se o clube realmente descobriu o agressor, que tal denunciá-lo à policia? Aí sim ele terá uma punição justa, e quem sabe começaremos a acreditar que as coisas podem mudar.

Acabar, sem hipocrisia, não vai. Mas, ao menos pode diminuir. E os que forem pegos, devem ser punidos. Não sendo banidos dos campos, e sim, das ruas.
Felipe Andreoli
Jornal Metro - Edição nº 20, ano 1, 29 de abril de 2014.
terça-feira, 29 de abril de 2014

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