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foto: Internet
O Justo Viverá por Fé – Rm 1.17
Jornal da Paz – Boletim Informativo da Cong. Ev. Luterana Paz – Outubro de 2010

Ao celebrar os 493 anos da Reforma Luterana não podemos perder de vista o maior legado que ela deixou para toda a humanidade: O ensinamento que Deus justifica (aceita) o ser humano, não por aquilo que ele faz (suas boas obras, sua obediência à lei), mas quando ele crê que o sofrimento, a morte de cruz e a ressurreição de Jesus o reconciliou com Deus e lhe deu a garantia do perdão, da vida e da salvação eterna.
Até chegar a esta verdade fundamental Lutero passou por maus momentos em seu relacionamento com Deus, pois a igreja da época ensinava que o ser humano podia conquistar o perdão e a vida eterna pelo seu esforço, pelas suas obras e pela sua obediência a Deus.
O Deus que foi apresentado a Lutero era somente o Deus da ira e ao pensar na ira de Deus e em seus juízos, Lutero ficava tão aterrorizado que quase perdi o alento. O próprio nome de Jesus também lhe causava o mesmo espanto. Ele mesmo dizia que empalidecia quando ouvia o nome de Cristo. Lutero achava que pelo fato de não poder se arrepender o bastante, nem fazer obras suficientes para se salvar e ser aceito por Deus, só lhe restava o terror e o pavor de sua cólera.
Lutero odiava a expressão “justiça de Deus”, porque o uso corrente e o emprego que dele faziam habitualmente os doutores haviam lhe ensinado a entendê-lo em um sentido filosófico, a justiça “formal” ou “ativa”, uma qualidade que impulsionava Deus a castigar os pecadores e os culpados. Esta situação se avolumou de tal maneira que Lutero chegou a dizer: “Eu tinha ódio de Deus”.
Deus teve misericórdia de Lutero e o livrou de toda aquela angústia espiritual quando o fez compreender que a justiça de Deus é a “justiça passiva” pela qual Deus, em sua misericórdia nos justifica (aceita) por meio da fé. Neste momento diz Lutero: “Logo eu me senti renascer e me pareceu ter entrado pelas portas largamente abertas no próprio paraíso”.
Quando Lutero encontrou, na carta aos Romanos, o ensinamento claro que Deus justifica (aceita) o pecador pela fé e não pelas obras que ele pratica, ele não parou de pregar este evangelho puro para consolar os corações de muitos que, como ele, teve seu coração consolado.
Como herdeiro da Reforma, cabe a nós, buscando força e orientação na Palavra e nas promessas de Deus, fazer o mesmo, afirmando com convicção: “O justo viverá por fé”, ou, em outras palavras: “Viverá aquele que, por meio da fé, é aceito por Deus”.
Rev. Nivaldo Schneider, Pastor na Paróquia Paz de Vila Velha-ES
Jornal da Paz – Boletim Informativo da Cong. Ev. Luterana Paz – Outubro de 2010
domingo, 21 de julho de 2013

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