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foto: Internet
Mensagem de Ano Novo – 2009 - Tema: "Acompanhados por Deus”
Baseado no Texto Bíblico: Isaías 41.10

“Acompanhados por Deus” – é o lema da IELB para 2009.
- Que impressão ou sensação nos causa esse lema?

Certamente precisamos nos cuidar para não nos encher de uma falsa segurança espiritual e pensar que por conta da “Companhia de Deus” já não seremos mais assaltados pelo pecado e pelas tenta-ções e armadilhas de Satanás.
Ou pensar que a “Companhia de Deus” é sinônimo de prosperidade, bem-estar, saúde, vida longa. TEXTO: Is 41:10: “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel.”

Nada disso está obrigatoriamente incluído nesta presença e companhia de Deus.

Isso porque a vida, na dimensão atual, sob o jugo do pecado e o domínio do mal, é vida sob a cruz; é vida sujeita a toda sorte de tribulações, dores e tristezas, também para os filhos de Deus.

E se a oração sacerdotal de Jesus é para que o Pai nos guarde do mal, ora ele para que a nossa alma seja preservada íntegra para a vida eterna ante o ímpeto destruidor do maligno que quer nos afas-tar de Deus.

Portanto, esse lema é, antes da mais nada, - um desafio à fé!

Em primeiro, é um desafio à fé porque a companhia de Deus é invisível, não palpável, não clara ou ex-pressa.
Será uma frustração muito grande se ficarmos imaginando e esperando uma manifestação sobrenatural da presença e companhia de Deus ou se ficarmos contando com milagres salvadores.

Em segundo, é um desafio à fé porque a presença e companhia de Deus não garante absolutamente que será um ano fácil que estaremos o tempo todo e diante de tudo, cheios de coragem, bom-humor, esperança, ânimo, alegria, paz.
Não garante que finalmente o diabo vai ficar distante e que o pecado não vai nos assaltar e humilhar com tentações e armadilhas mil.

Em terceiro, - “Acompanhados por Deus” - é um desafio à fé porque a vida pode nos levar a momentos de gran-de solidão e luta espiritual, e, a depender do conhecimento, da fé ou da fantasia que te-mos a respeito de Deus, poderemos cair na tentação de imaginar que Deus nos abandonou, es-queceu de nós ou nem sequer existe.
Jesus enfrentou a experiência da tentação do abandono de Deus nos 40 dias no deserto, sendo assedi-ado e tentado pelo diabo. Ele foi conduzido para lá pelo próprio Deus.
Estava acompanhado por Deus?
- Estava!
Estava guardado por Deus?
- Estava!
Nem por isso aquele foi um momento fácil.
Foi um momento abençoado, sim, especialmente para nós.
Mas foi um momento terrível e perigoso, por causa dos propósitos de Deus a serem cumpridos no caminho da redenção da humanidade.
E, certamente a intenção do demônio era para minar a confiança de Jesus na presença, compa-nhia e amor do Pai e assim desvia-lo do propósito de Deus.

A luta e a tentação de Jesus no deserto é o retrato fiel da vida do crente; - amado por Deus, a-companha-do por Deus, guardado por Deus, mas cercado das forças malignas presentes nas suas pró-prias entranhas.

E aí está o grande desafio à fé deste lema. Em momento algum Jesus perdeu a fé no amor do Pai, na sua companhia e na sabedoria de seus propósitos para conosco.

Há um segundo momento em que Jesus enfrenta provação profunda à sua confiança no amor do Pai, na sua presença e companhia e na sabedoria de seus atos em relação a nós.

E esse segundo momento é quando ele está no Getsêmani – às vésperas de ser preso, humilhado e torturado.

Também esse momento de Jesus retrata fielmente a nossa vida naqueles momentos ingratos e cruéis, em que só dispomos da oração da fé para nos amparar, encorajar e fortalecer.

Os amigos de Jesus, lá no Getsêmani, dormem e quando ele é preso eles o abandonam e fogem
Estão cansados. Incapazes de compreender a angústia espiritual porque passa Jesus.
Sem forças para se solidarizar na oração.
Eles estavam lá perto. Mas não basta estar perto!
Presença física e palavras ocas não ajudam em nada.
Quando um irmão está em luta espiritual, é necessário a companhia e força espiritual das orações.

Também aqui percebemos um desafio à fé.
Pois assim como Jesus, também nós sentimos que o cálice que nos é oferecido é amargo demais.
Podemos ser levados a duvidar de que Deus esteja realmente presente, se importando conosco, nos acompanhando.
No entanto a segurança e o fortalecimento em meio à provação vem justamente com a submissão da fé à sabedoria e direção de Deus: - Seja feita a tua vontade e não a minha.

Mas o ápice do desafio da fé que confia na companhia e nos atos de Deus, encontramos em nosso Se-nhor na cruz, ante o horror da morte que se afigura invencível, e não há nada a se fazer a não ser se deixar levar.
- “Meu Deus, por que me abandonaste?" – clamou nosso Senhor.
E a resposta da fé a esse sentimento de desamparo e abandono é: - “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”.

Esse é o nosso desafio maior:
- Saber-se efetivamente acompanhado e guardado por Deus na hora da morte, porque ela se a-presenta com uma máscara terrível de abandono e solidão.
E talvez a última tentação seja a de pensar que se Deus fez o que fez com seu próprio santo e inocente Filho o que não estará reservado para nós pecadores?
Mas, justamente aí está a nossa maior segurança: - a de que aquele que em tudo foi tentado e sofreu igual a nós é poderoso para nos compreender e auxiliar em nossas próprias fraquezas e lutas espirituais.
E para que tenhamos a mesma confiança e coragem ante tudo que nos assalta, ele, o próprio que viu-se abandonado e desamparado pelo Pai, nos anima dizendo:
“No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo. (João 16:33) “Eu estou com vocês todos os dias, até o fim dos tempos”. (Mt 28.20)

E, por fim, o que há de prático para nossa vida de filhos de Deus e família da fé neste lema?

“Acompanhados por Deus” (pelo Deus invisível e que se esconde) – é uma afirmação positiva de nossa missão como mensageiros e embaixadores de Deus, servos e sacerdotes de Cristo, para manifes-tar a presença e companhia de Deus através e por meio de nós em oração e caridade.

Deus nos acompanha para que sejamos companheiros espirituais uns dos outros, assim que, quan-do um irmão está no deserto ou no Getsêmani ou na cruz, - a nossa companhia espiritual seja a manifes-tação viva da companhia consoladora de Deus.

Portanto, “acompanhados por Deus” implica em buscar a companhia dos irmãos da fé, a viver na comunhão do corpo de Cristo a estar presente e participante no culto do Senhor, onde Palavra, Sacra-mento e Companhia dos irmãos são sinais concretos, visíveis e afetuosos da presença e companhia de Deus para nós.

“Acompanhados por Deus” é portanto um lema que alicerçando nossa confiança na companhia de Deus em misericórdia e amor, deve orientar nossos passos, mover nosso coração e mente para atitudes efetivas de comunhão, de acolhimento, de companhia espiritual, física e material a favor de todos os que caminham conosco na estrada da vida, especialmente os que se debatem em meio a lutas espirituais, solidão e vazio existencial.

É nossa missão manifestar-lhes a companhia e acolhimento de Deus. Pelo que recomenda o apósto-lo Paulo:
“Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de delicadeza e, de paciência. (Cl 3:12)

“A tua presença, ó Deus, me enche de alegria e me traz felicidade para sempre.” (Sl 16:11)

ORAÇÃO (Hino 321 – Hinário Luterano)
Quero estar, Jesus, contigo e aonde fores, te seguir. És o meu fiel amigo, só a ti irei servir.
És o autor da minha vida, de minha alma benfeitor. Toda a força para a lida vem de ti, ó Salva-dor.
Quem seria semelhante a Jesus no seu amor, que na cruz, agonizante, se tornou meu Reden-tor?
Sei que devo dedicar-me ao que a vida deu por mim e que devo declarar-me fiel a Cristo até ao fim.
Sou por ti acompanhado na alegria e no amargor; quero estar, pois, a teu lado para sempre, ó bom Senhor.
Eu espero o teu chamado a deixar o mundo aqui, pois está bem preparado quem confiar somente em ti.
Pastor João Carlos Tomm
Baseado no Texto Bíblico: Isaías 41.10
domingo, 21 de julho de 2013

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